{"id":573,"date":"2017-10-18T12:44:53","date_gmt":"2017-10-18T14:44:53","guid":{"rendered":"http:\/\/ecen.com.br\/?page_id=573"},"modified":"2021-06-12T13:33:32","modified_gmt":"2021-06-12T16:33:32","slug":"anexo1-compilacao-das-principais-mudancas-no-balanco-de-pagamentos","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.ecen.com.br\/?page_id=573","title":{"rendered":"A1: Compila\u00e7\u00e3o das Principais Mudan\u00e7as no Balan\u00e7o de Pagamentos"},"content":{"rendered":"\t\t<div data-elementor-type=\"wp-post\" data-elementor-id=\"573\" class=\"elementor elementor-573\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-inner\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-section-wrap\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-6c9f6eff elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"6c9f6eff\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-row\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-1fafb1b6\" data-id=\"1fafb1b6\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-column-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-767c953d elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"767c953d\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-text-editor elementor-clearfix\">\n\t\t\t\t<p><span style=\"color: #808080;\"><strong><span style=\"color: #000000;\"><img loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-4 alignnone\" src=\"http:\/\/eee.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/02\/eee.jpg\" alt=\"\" width=\"116\" height=\"27\" data-wp-pid=\"4\" \/><\/span><br \/><\/strong><\/span><span style=\"color: #808080;\"><span style=\"color: #000000;\"><strong>Economia e Energia &#8211; E&amp;E N\u00ba 96, julho a setembro \u00a02017<\/strong><\/span><br \/>ISSN 1518-2932<\/span><\/p><h1><strong>A1: COMPILA\u00c7\u00c3O DAS PRINCIPAIS MUDAN\u00c7AS NO BALAN\u00c7O DE PAGAMENTOS<\/strong><\/h1><p><a name=\"_Toc491877198\"><\/a><a name=\"_Toc444254516\"><\/a>A1.1 Raz\u00f5es para Incluir este Anexo<\/p><p>Este anexo faz uma compila\u00e7\u00e3o geral das principais mudan\u00e7as advindas da ado\u00e7\u00e3o pelo Brasil do novo Manual de Balan\u00e7o de Pagamentos. Nele, foram usados os dados preliminares para 2016 cuja edi\u00e7\u00e3o definitiva, como mostrado no corpo do artigo, n\u00e3o trouxe modifica\u00e7\u00f5es significativas de valores.<\/p><p>No que concerne \u00e0 Balan\u00e7a Comercial, principal objeto do artigo aqui apresentado, ele esclarece os procedimentos adotados, embora repetindo alguns resultados. J\u00e1 no aspecto mudan\u00e7as de tratamento dos movimentos de capital, quantitativamente mais significativo no d\u00e9ficit das transa\u00e7\u00f5es correntes, o Anexo acrescenta pontos relevantes sobre as mudan\u00e7as introduzidas na apura\u00e7\u00e3o do Balan\u00e7o de Pagamentos.<\/p><p>Ao realizar a transi\u00e7\u00e3o do BPM5 para o BPM6, o Banco Central do Brasil publicou diversas notas metodol\u00f3gicas e assinalou as d\u00favidas mais frequentes em seu <em>website<\/em>, que foi escolhido como ponto de partida para a elabora\u00e7\u00e3o deste anexo, sendo as informa\u00e7\u00f5es complementadas por outras fontes quando necess\u00e1rio<a href=\"#_ftn1\" name=\"_ftnref1\">[1]<\/a>.<\/p><p>Alguns pontos, inclusive, s\u00e3o pass\u00edveis de dupla interpreta\u00e7\u00e3o, tendo em vista a complexidade de se incorporar as especificidades de todos os pa\u00edses no escopo do BPM. Al\u00e9m disto, algumas contas n\u00e3o podem ser apuradas com a precis\u00e3o desejada devido a limita\u00e7\u00f5es das fontes dispon\u00edveis.<\/p><p><a name=\"_Toc491877199\"><\/a><a name=\"_Toc444254517\"><\/a>A1.2. Contextualiza\u00e7\u00e3o<\/p><p>A primeira Edi\u00e7\u00e3o do Manual de Balan\u00e7o de Pagamentos foi publicada em 1948 com o objetivo de orientar a padroniza\u00e7\u00e3o dos dados de diversas economias reportados ao Fundo Monet\u00e1rio Internacional (FMI). Desde ent\u00e3o, foram publicadas mais cinco atualiza\u00e7\u00f5es do manual, sempre com a finalidade de aperfei\u00e7oar esta metodologia e retratar os \u00faltimos avan\u00e7os nas \u00e1reas econ\u00f4mica e financeira. A partir da quinta edi\u00e7\u00e3o (1993) foi inclu\u00eddo tamb\u00e9m a Posi\u00e7\u00e3o Internacional de Investimentos.<\/p><p>A Sexta Edi\u00e7\u00e3o do Manual de Balan\u00e7o de Pagamentos e Posi\u00e7\u00e3o Internacional de Investimentos (BPM6), publicada em 2009, \u00e9 a mais recente e estabelece a metodologia a ser utilizada na realiza\u00e7\u00e3o de c\u00e1lculos e estat\u00edsticas das transa\u00e7\u00f5es de um pa\u00eds, de modo a garantir uniformidade e comparabilidade entre as diferentes economias do mundo.<\/p><p>Em 2015, o BC atBualizou a metodologia de c\u00e1lculo do Balan\u00e7o de Pagamentos (BP) e da Posi\u00e7\u00e3o Internacional de Investimentos (PII) em conformidade com o BPM6, publicado em 2009. Os dados preliminares para o per\u00edodo de 2010 a 2015 j\u00e1 foram publicados pelo BCB na nova metodologia e as s\u00e9ries completas devem ser publicadas at\u00e9 fevereiro de 2016 (Nota Metodol\u00f3gica no. 3 \u2013 Investimentos diretos e renda prim\u00e1ria \u2013 abril de 2015).<\/p><p>Dentre os benef\u00edcios desta atualiza\u00e7\u00e3o encontram-se o aperfei\u00e7oamento das estat\u00edsticas e o alinhamento com os dados do Sistema de Contas Nacionais 2008 <em>(System of National Accounts, 2008 SNA<\/em>), que \u00e9 a nova metodologia de contas nacionais, adotada pelo IBGE a partir 2015. Em rela\u00e7\u00e3o ao PII, destaca-se a segmenta\u00e7\u00e3o de contas em mais setores, identifica\u00e7\u00e3o de novas institui\u00e7\u00f5es financeiras e adi\u00e7\u00e3o de informa\u00e7\u00f5es suplementares.<\/p><p><a name=\"_Toc491877200\"><\/a><a name=\"_Toc444254518\"><\/a>A1.3 SNA<\/p><p>O SNA est\u00e1 em sua quinta vers\u00e3o e mais informa\u00e7\u00f5es podem ser encontradas no site da Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas (ONU) ou diretamente atrav\u00e9s do link: <a href=\"http:\/\/unstats.un.org\/unsd\/nationalaccount\/sna2008.asp\">http:\/\/unstats.un.org\/unsd\/nationalaccount\/sna2008.asp<\/a> (acesso em: 04\/01\/2015).<\/p><p>\u00c9 importante ressaltar que, apesar de incentivar a padroniza\u00e7\u00e3o das contas nacionais entre diferentes economias, desde 1993 o sistema trabalha tamb\u00e9m com o conceito de contas sat\u00e9lites, as quais permitem considerar as especificidades de cada pa\u00eds. Estas contas, apesar de estarem diretamente ligadas ao SNA, podem ser calculadas de maneira mais flex\u00edvel. Em 2008 foi introduzido tamb\u00e9m o conceito de itens suplementares, ou seja, itens que s\u00e3o reconhecidamente de pouca relev\u00e2ncia ou baixa precis\u00e3o.<\/p><p><a name=\"_Toc491877201\"><\/a><a name=\"_Toc444254519\"><\/a>A1.4 Mudan\u00e7as no BPM<\/p><p>As principais mudan\u00e7as decorrentes da atualiza\u00e7\u00e3o do BPM5 para o BPM6 est\u00e3o refletidas na Tabela A1.<\/p><p>Tabela A1: Balan\u00e7o de pagamentos \u2013 hiato financeiro em US$ bilh\u00f5es (dados preliminares)<\/p><table width=\"536\"><tbody><tr><td width=\"475\">\u00a0<\/td><td width=\"61\">\u00a0<\/td><\/tr><tr><td width=\"475\">\u00a0<\/td><td width=\"61\">\u00a0<\/td><\/tr><tr><td width=\"475\"><strong>\u00a0Discrimina\u00e7\u00e3o<\/strong><\/td><td width=\"61\"><strong>2014<\/strong><\/td><\/tr><tr><td width=\"475\"><strong>Transa\u00e7\u00f5es correntes<\/strong><\/td><td width=\"61\"><strong>&#8211;\u00a0 104,1 <\/strong><\/td><\/tr><tr><td width=\"475\">\u00a0\u00a0 Juros de t\u00edtulos de renda fixa negociados no pa\u00eds \u2013 despesas<\/td><td width=\"61\">&#8211;\u00a0 7,6<\/td><\/tr><tr><td width=\"475\">\u00a0\u00a0 Juros de remunera\u00e7\u00e3o de reservas \u2013 receitas<\/td><td width=\"61\">\u00a0 3,0<\/td><\/tr><tr><td width=\"475\">\u00a0\u00a0 Lucros reinvestidos \u2013 receitas<\/td><td width=\"61\">\u00a0 6,0<\/td><\/tr><tr><td width=\"475\">\u00a0\u00a0 Lucros reinvestidos \u2013 despesas<\/td><td width=\"61\">&#8211;\u00a0 10,7<\/td><\/tr><tr><td width=\"475\"><strong>Transa\u00e7\u00f5es correntes &#8211; hiato financeiro<\/strong><\/td><td width=\"61\"><strong>&#8211;\u00a0 94,7 <\/strong><\/td><\/tr><tr><td width=\"475\"><strong>Conta financeira<\/strong><\/td><td width=\"61\"><strong>&#8211;\u00a0 99,8 <\/strong><\/td><\/tr><tr><td width=\"475\">\u00a0\u00a0 Ativos<\/td><td width=\"61\">\u00a0 74,9<\/td><\/tr><tr><td width=\"475\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Investimento direto no exterior, exceto lucros reinvestidos<\/td><td width=\"61\">\u00a0 20,0<\/td><\/tr><tr><td width=\"475\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Investimento em carteira, exceto bancos<\/td><td width=\"61\">\u00a0 2,2<\/td><\/tr><tr><td width=\"475\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Outros investimentos, exceto bancos<\/td><td width=\"61\">\u00a0 52,6<\/td><\/tr><tr><td width=\"475\">\u00a0\u00a0 Passivos<\/td><td width=\"61\">\u00a0 174,1<\/td><\/tr><tr><td width=\"475\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Investimento direto no pa\u00eds, exceto lucros reinvestidos<\/td><td width=\"61\">\u00a0 86,2<\/td><\/tr><tr><td width=\"475\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Investimento em carteira, exceto reinvestimento de juros no pa\u00eds<\/td><td width=\"61\">\u00a0 33,9<\/td><\/tr><tr><td width=\"475\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Outros investimentos<\/td><td width=\"61\">\u00a0 54,0<\/td><\/tr><tr><td width=\"475\">\u00a0\u00a0 Demais<\/td><td width=\"61\">&#8211;\u00a0 0,7<\/td><\/tr><tr><td width=\"475\"><strong>Hiato financeiro<sup>3\/<\/sup><\/strong><\/td><td width=\"61\"><strong>\u00a0 5,1 <\/strong><\/td><\/tr><tr><td width=\"475\">Interven\u00e7\u00f5es l\u00edquidas do Banco Central<strong><sup>4\/<\/sup><\/strong><\/td><td width=\"61\">\u00a0 6,5<\/td><\/tr><tr><td width=\"475\">Bancos \u2013 varia\u00e7\u00e3o de ativos no exterior<strong><sup>5\/<\/sup><\/strong><\/td><td width=\"61\">&#8211;\u00a0 1,4<\/td><\/tr><tr><td width=\"475\"><strong>\u00a0<\/strong><\/td><td width=\"61\">\u00a0<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><p>1\/ Exclui transa\u00e7\u00f5es liquidadas via reservas internacionais, \u00e0 exce\u00e7\u00e3o de interven\u00e7\u00f5es no mercado de c\u00e2mbio, e transa\u00e7\u00f5es dom\u00e9sticas em reais.<br \/>2\/ Proje\u00e7\u00e3o.<br \/>3\/ + = superavit no mercado cambial; &#8211; = deficit no mercado cambial<br \/>4\/ + = aumento de reservas internacionais; &#8211; = redu\u00e7\u00e3o de reservas internacionais<br \/>5\/ + = aumento de ativos de bancos; &#8211; = redu\u00e7\u00e3o de ativos de bancos<br \/>* Dados preliminares.<br \/>Fonte: Banco Central do Brasil, 2016<\/p><p>A renda prim\u00e1ria (chamada apenas de \u201crenda\u201d no BPM5) teve o nome atualizado para assegurar a consist\u00eancia com o SNA e a ela foram incorporados os juros de t\u00edtulos no pa\u00eds, juros de remunera\u00e7\u00e3o de reserva e lucros reinvestidos, o que, por consequ\u00eancia, impactou negativamente as transa\u00e7\u00f5es correntes em cerca de 9,3 bilh\u00f5es de d\u00f3lares em 2014.<\/p><p>A compara\u00e7\u00e3o entre as varia\u00e7\u00f5es na renda prim\u00e1ria nas duas metodologias pode ser conferida na Figura A1 e a compara\u00e7\u00e3o das transa\u00e7\u00f5es correntes pode ser conferida na Figura A2.<\/p><figure id=\"attachment_580\" aria-describedby=\"caption-attachment-580\" style=\"width: 764px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"http:\/\/eee.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/Figura-A1.gif\"><img loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-580\" src=\"http:\/\/eee.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/Figura-A1.gif\" alt=\"\" width=\"764\" height=\"452\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-580\" class=\"wp-caption-text\">Figura A1: Renda Prim\u00e1ria (Compara\u00e7\u00e3o BPM5 e BPM6)<\/figcaption><\/figure><figure id=\"attachment_575\" aria-describedby=\"caption-attachment-575\" style=\"width: 764px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"http:\/\/eee.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/Figura-A2.png\"><img loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-575\" src=\"http:\/\/eee.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/Figura-A2.png\" alt=\"\" width=\"764\" height=\"452\" srcset=\"https:\/\/www.ecen.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/Figura-A2.png 764w, https:\/\/www.ecen.com.br\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/Figura-A2-300x177.png 300w\" sizes=\"(max-width: 706px) 89vw, (max-width: 767px) 82vw, 740px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-575\" class=\"wp-caption-text\">Figura A2: Transa\u00e7\u00f5es Correntes (compara\u00e7\u00e3o BPM5 e BPM6)<\/figcaption><\/figure><p>Destaca-se que o impacto da incorpora\u00e7\u00e3o dos lucros reinvestidos nas transa\u00e7\u00f5es correntes depende da propor\u00e7\u00e3o em que s\u00e3o realizados os investimentos diretos no exterior e investimentos diretos de n\u00e3o residentes em empresas no Brasil, pois o primeiro configura receita e o segundo despesa. Portanto, quando houver mais investimento direto no exterior que investimento direto de n\u00e3o residentes no Brasil haver\u00e1 impacto positivo nas transa\u00e7\u00f5es correntes, e quando ocorrer o inverso, haver\u00e1 impacto negativo.<\/p><p>As transa\u00e7\u00f5es correntes tamb\u00e9m passam a ser impactadas por mudan\u00e7as do que \u00e9 considerado importa\u00e7\u00e3o e exporta\u00e7\u00e3o na balan\u00e7a comercial. S\u00e3o elas:<\/p><ul><li style=\"list-style-type: none;\"><ul><li>Inclus\u00e3o na rubrica de importa\u00e7\u00e3o da energia el\u00e9trica advinda de n\u00e3o residentes, mesmo sem ocorrer transfer\u00eancia de recursos financeiros;<\/li><li>Inclus\u00e3o das exporta\u00e7\u00f5es fictas de qualquer mercadoria (e n\u00e3o somente de atividades relacionadas ao petr\u00f3leo e g\u00e1s);<\/li><li>Inclus\u00e3o das importa\u00e7\u00f5es fictas<a href=\"#_ftn2\" name=\"_ftnref2\">[2]<\/a>;<\/li><li>Bens em triangula\u00e7\u00e3o (<em>merchanting<\/em>) que antes eram inclu\u00eddos como servi\u00e7os, devem agora ser tratados como bens dentro da rubrica exporta\u00e7\u00e3o (com sinal negativo para aquisi\u00e7\u00e3o de bem e positivo para venda);<\/li><li>Bens que saem do pa\u00eds, mas, n\u00e3o mudam de propriet\u00e1rio s\u00e3o exclu\u00eddos das rubricas de importa\u00e7\u00e3o e exporta\u00e7\u00e3o, especialmente nos casos em que o bem \u00e9 enviado para reparos no exterior. Nestes casos o valor deve ser contabilizado na conta de \u201cservi\u00e7os de manufatura\u201d, uma nova conta criada no BPM6.<\/li><\/ul><\/li><\/ul><p>Al\u00e9m do \u00faltimo item citado anteriormente, tamb\u00e9m houve as seguintes mudan\u00e7as em servi\u00e7os:<\/p><ul><li style=\"list-style-type: none;\"><ul><li>Mudan\u00e7a da nomenclatura da conta \u201c<em>Royalties<\/em> e licen\u00e7as\u201d para \u201cservi\u00e7os de propriedade intelectual\u201d;<\/li><li>Aprimoramento do c\u00e1lculo de transportes;<\/li><li>Modifica\u00e7\u00e3o do termo \u201ctransfer\u00eancias unilaterais correntes\u201d para \u201crenda secund\u00e1ria\u201d. A principal mudan\u00e7a nesta conta consiste na amplia\u00e7\u00e3o do escopo das transfer\u00eancias, bastando agora que a transa\u00e7\u00e3o seja efetuada entre duas pessoas f\u00edsicas;<\/li><li>Os pr\u00eamios de seguros passam a ser contabilizados em duas contas. S\u00e3o elas: \u201crendas secund\u00e1rias\u201d e \u201cservi\u00e7os de seguro\u201d;<\/li><li>Inclus\u00e3o das negocia\u00e7\u00f5es de patentes, <em>copyrights<\/em> e processos industriais desenvolvidos em atividades de pesquisa (que antes faziam parte da conta de capital);<\/li><li>Uni\u00e3o da rubrica de telecomunica\u00e7\u00f5es com as de computa\u00e7\u00e3o e servi\u00e7os de informa\u00e7\u00e3o, que j\u00e1 eram apresentadas conjuntamente;<\/li><li>Realoca\u00e7\u00e3o de parte da conta de juros para uma conta de servi\u00e7os, correspondente a servi\u00e7os financeiros, j\u00e1 que na metodologia anterior havia uma cobran\u00e7a impl\u00edcita de servi\u00e7o financeiro na conta de juros.<\/li><\/ul><\/li><\/ul><p>Apesar destas mudan\u00e7as e das novas fontes de informa\u00e7\u00e3o inclu\u00eddas nos c\u00e1lculos do BPM6 (como sistemas de c\u00e2mbio, informa\u00e7\u00f5es fornecidas diretamente por empresas, etc.) o MDIC continua sendo a fonte principal e n\u00e3o h\u00e1 impacto substancial na curva da Balan\u00e7a Comercial com a atualiza\u00e7\u00e3o da metodologia, apenas uma ligeira queda.<\/p><p>A compara\u00e7\u00e3o entre os c\u00e1lculos da Balan\u00e7a Comercial nas metodologias antiga e nova pode ser observada na Figura A3.<\/p><figure id=\"attachment_576\" aria-describedby=\"caption-attachment-576\" style=\"width: 764px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"http:\/\/eee.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/Figura-A3.gif\"><img loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-576\" src=\"http:\/\/eee.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/Figura-A3.gif\" alt=\"\" width=\"764\" height=\"452\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-576\" class=\"wp-caption-text\">Figura A.3: Balan\u00e7a Comercial (compara\u00e7\u00e3o BPM5 e BPM6)<\/figcaption><\/figure><p><a name=\"_Toc491877202\"><\/a><a name=\"_Toc444254520\"><\/a>A 1.5 Investimentos<\/p><p>Voltando aos lucros reinvestidos, outra consequ\u00eancia de sua incorpora\u00e7\u00e3o no Balan\u00e7o de Pagamentos foi a eleva\u00e7\u00e3o dos investimentos diretos no pa\u00eds e dos investimentos diretos no exterior, afetando as contas financeiras. Dentre as novas fontes de dados consideradas, destacam-se o Censo de Capitais Estrangeiros no Brasil (Censo) e o Censo de Capitais Brasileiros no Exterior (CBE).<\/p><p>Al\u00e9m disso, a partir do BPM6 a d\u00edvida intercompanhia, abrangida pelas \u201copera\u00e7\u00f5es entre empresas sob o mesmo controlador, ainda que uma n\u00e3o participe do capital da outra\u201d (nota 3, BCB), tamb\u00e9m passa a ser contabilizada no investimento direto como item suplementar. At\u00e9 o BPM5, isto n\u00e3o era explicitado, pois as refer\u00eancias citavam apenas matrizes e subsidi\u00e1rias.<\/p><p>Destaca-se que a maior altera\u00e7\u00e3o decorrente da atualiza\u00e7\u00e3o para a metodologia do BPM6, entretanto, se refere \u00e0 ado\u00e7\u00e3o do crit\u00e9rio de ativos e passivos em substitui\u00e7\u00e3o ao princ\u00edpio direcional. Esta altera\u00e7\u00e3o n\u00e3o se aplica \u00e0 participa\u00e7\u00e3o no capital, impactando somente a d\u00edvida intercompanhia, que foi definida no par\u00e1grafo anterior.<\/p><p>No princ\u00edpio direcional, a classifica\u00e7\u00e3o era realizada de acordo com a posi\u00e7\u00e3o da empresa na rela\u00e7\u00e3o entre elas (matriz ou subsidi\u00e1ria). Caso a subsidi\u00e1ria fosse a credora (configurando ent\u00e3o investimento reverso), a opera\u00e7\u00e3o possu\u00eda tratamento espec\u00edfico.<\/p><p>J\u00e1 no crit\u00e9rio de ativos e passivos, para empresas do mesmo grupo econ\u00f4mico, n\u00e3o importa se a sua identifica\u00e7\u00e3o \u00e9 de matriz, subsidi\u00e1ria ou irm\u00e3, pois a classifica\u00e7\u00e3o \u00e9 feita de acordo com local de resid\u00eancia do credor e receptor. Portanto, quando uma empresa residente concede um empr\u00e9stimo a uma empresa n\u00e3o residente, este montante entra na conta de Investimento Direto \u2013 Ativos (investimento direto do Brasil no exterior) e quando ocorre o contr\u00e1rio o valor \u00e9 contabilizado no passivo da conta de Investimento Direto (investimento direto do exterior no Brasil).<\/p><p style=\"padding-left: 30px;\">\u201cPor exemplo, se uma subsidi\u00e1ria ou controlada n\u00e3o residente fornecesse cr\u00e9dito para sua matriz residente no Brasil, esse passivo brasileiro era classificado como \u201credutor de ativo\u201d, na conta de investimentos brasileiros diretos no exterior (IBD). Na pr\u00e1tica, os empr\u00e9stimos entre empresas de grupo econ\u00f4mico de capital brasileiro eram sempre registrados na conta de IBD, mesmo quando o recurso era tomado junto \u00e0 empresa n\u00e3o residente. O tratamento \u00e9 sim\u00e9trico para o caso em que filial ou subsidi\u00e1ria residente no Brasil fornece cr\u00e9dito \u00e0 sua matriz no exterior: a opera\u00e7\u00e3o \u00e9 considerada como um \u201cativo redutor de passivo.\u201d<\/p><p style=\"padding-left: 30px;\">(Nota Metodol\u00f3gica \u2116. 3, BCB).<\/p><figure id=\"attachment_585\" aria-describedby=\"caption-attachment-585\" style=\"width: 537px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"http:\/\/eee.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/Figura-A4-1.gif\"><img loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-585\" src=\"http:\/\/eee.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/Figura-A4-1.gif\" alt=\"\" width=\"537\" height=\"203\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-585\" class=\"wp-caption-text\">Figura A4: Balan\u00e7a Comercial (compara\u00e7\u00e3o BPM5 e BPM6)<br \/>Fonte: Nota Metodol\u00f3gica no. 3, BCB<\/figcaption><\/figure><p>Figura A4: Balan\u00e7a Comercial (compara\u00e7\u00e3o BPM5 e BPM6)<\/p><p>Fonte: Nota Metodol\u00f3gica no. 3, BCB<\/p><p>No BPM5,<\/p><p style=\"padding-left: 30px;\">O investimento direto na economia informante (lan\u00e7ado na coluna dos passivos da PII) inclu\u00eda ativos e passivos entre uma empresa de investimento direto residente e o correspondente investidor direto n\u00e3o residente, enquanto o investimento brasileiro direto (lan\u00e7ado na coluna dos ativos da PII) inclu\u00eda ativos e passivos entre um investidor direto residente e as correspondentes empresas de investimento diretas n\u00e3o residentes.<\/p><p style=\"padding-left: 30px;\">(faq, BCB)<\/p><p>No BPM5, por\u00e9m, n\u00e3o ficava claro o tratamento a ser dado para empresas irm\u00e3s<a href=\"#_ftn3\" name=\"_ftnref3\">[3]<\/a> em rela\u00e7\u00e3o ao investimento direto, rela\u00e7\u00e3o que foi esclarecida no BPM6. Al\u00e9m disto, informa\u00e7\u00f5es suplementares ajudam a identificar se o controlador final das empresas irm\u00e3s \u00e9 residente, n\u00e3o residente ou desconhecido.<\/p><p>No BPM6, o investimento direto deve ser detalhado de acordo com o provedor e o receptor dos recursos. Estes recursos s\u00e3o lan\u00e7ados na coluna de ativos da PII e \u00e9 especificado se o investimento foi de empresa investidora em investida, investida em investidora (investimento reverso) ou empresas irm\u00e3s. A Figura A5 que demonstra o aumento do investimento direto no pa\u00eds com o uso da nova metodologia.<\/p><figure id=\"attachment_578\" aria-describedby=\"caption-attachment-578\" style=\"width: 869px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"http:\/\/eee.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/Figura-A5.gif\"><img loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-578\" src=\"http:\/\/eee.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/Figura-A5.gif\" alt=\"\" width=\"869\" height=\"452\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-578\" class=\"wp-caption-text\">Figura A5: Investimento Direto no Pa\u00eds (compara\u00e7\u00e3o BPM5 e BPM6)<\/figcaption><\/figure><p>Parte dos investimentos diretos, no entanto, foi realocada para investimentos em carteira ou outros investimentos, pois n\u00e3o possu\u00edam car\u00e1ter t\u00edpico de investimento direto, mas sim de atividades financeiras (ex. aquisi\u00e7\u00e3o de estoques). Essa parcela corresponde \u00e0 \u201cd\u00edvida permanente\u201d entre intermedi\u00e1rios financeiros afiliados<a href=\"#_ftn4\" name=\"_ftnref4\">[4]<\/a>. Al\u00e9m disto, a falta de padroniza\u00e7\u00e3o internacional na defini\u00e7\u00e3o de \u201cd\u00edvida permanente\u201d causava distor\u00e7\u00f5es nas estat\u00edsticas.<\/p><p><a name=\"_Toc491877203\"><\/a><a name=\"_Toc444254521\"><\/a>A 1.6 D\u00edvida Externa<\/p><p>As principais mudan\u00e7as do c\u00e1lculo da d\u00edvida externa s\u00e3o exemplificadas na Figura A6.<\/p><figure id=\"attachment_582\" aria-describedby=\"caption-attachment-582\" style=\"width: 876px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"http:\/\/eee.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/Figura-A6-1.gif\"><img loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-582\" src=\"http:\/\/eee.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/Figura-A6-1.gif\" alt=\"\" width=\"876\" height=\"1448\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-582\" class=\"wp-caption-text\">Figura A6: D\u00edvida Externa Bruta (compara\u00e7\u00e3o BPM5 e BPM6)<br \/>Fonte: nota 4, BCB<\/figcaption><\/figure><p>Dentre as mudan\u00e7as, destacam-se:<\/p><ul><li><ul><li>Substitui\u00e7\u00e3o do termo \u201cempr\u00e9stimos intercompanhia\u201d por \u201copera\u00e7\u00f5es intercompanhia\u201d e de \u201cOutros Passivos de D\u00edvida\u201d, pertencente \u00e0 \u201cAutoridade Monet\u00e1ria\u201d por \u201cAloca\u00e7\u00f5es de Direitos Especiais de Saque (DES)\u201d, pertencente ao \u201cBanco Central\u201d;<\/li><li>As DES passam a ser simultaneamente contabilizadas como ativo das reservas internacionais, e, tamb\u00e9m passivo da d\u00edvida externa;<\/li><li>A participa\u00e7\u00e3o do real aumenta ao considerar a d\u00edvida emitida no mercado dom\u00e9stico. Al\u00e9m disso, passivos constitu\u00eddos por mercadoria s\u00e3o agora especificados.<\/li><\/ul><\/li><\/ul><p>Em rela\u00e7\u00e3o aos itens que comp\u00f5em a d\u00edvida externa, ser\u00e1 considerado o valor de mercado dos t\u00edtulos (inicialmente aplicado somente aos t\u00edtulos emitidos pela Rep\u00fablica, devido \u00e0 dificuldade de se obter o valor de mercado dos demais), mas, seus valores nominais continuar\u00e3o sendo informados em nota suplementar. Entrar\u00e1 no c\u00e1lculo tamb\u00e9m \u201co estoque de t\u00edtulos de renda fixa negociados no mercado dom\u00e9stico e detidos por n\u00e3o residentes, em especial, a parcela correspondente da D\u00edvida P\u00fablica Mobili\u00e1ria Federal Interna (DPMFI)\u201d (Nota Metodol\u00f3gica \u00a04 do BCB). N\u00e3o haver\u00e1, no entanto, altera\u00e7\u00e3o no valor do passivo externo, visto que esses n\u00fameros j\u00e1 eram computados. Haver\u00e1 apenas uma realoca\u00e7\u00e3o para d\u00edvidas externas.<\/p><p>Uma lista detalhada de todas as mudan\u00e7as do BPM6 pode ser encontrada, apenas em ingl\u00eas, no Ap\u00eandice 8 do documento <em>Sixth Edition of the IMF\u2019s Balance of Payments and International Investment Position Manual (BPM6<\/em>) que est\u00e1 dispon\u00edvel no website:\u00a0 https:\/\/www.imf.org\/external\/pubs\/ft\/bop\/2007\/pdf\/bpm6.pdf acesso em 04\/01\/15).<\/p><p><a href=\"#_ftnref1\" name=\"_ftn1\">[1]<\/a> Neste anexo s\u00e3o usados os dados preliminares para 2016 cuja edi\u00e7\u00e3o definitiva, como mostrado no corpo do artigo, n\u00e3o trouxe modifica\u00e7\u00f5es significativas de valores e n\u00e3o alteram significativamente os valores considerados, n\u00e3o havendo tamb\u00e9m nenhuma modifica\u00e7\u00e3o metodol\u00f3gica a assinalar na apura\u00e7\u00e3o definitiva.<\/p><p><a href=\"#_ftnref2\" name=\"_ftn2\">[2]<\/a> \u201dquando residentes brasileiros tornam-se propriet\u00e1rios de bens que s\u00e3o recebidos fora do territ\u00f3rio nacional\u201d; (nota 2 BCB)<\/p><p><a href=\"#_ftnref3\" name=\"_ftn3\">[3]<\/a> \u201cEmpresas irm\u00e3s s\u00e3o empresas que se relacionam entre si (aquelas que mant\u00eam rela\u00e7\u00e3o mutual com o investimento direto na medida em que s\u00e3o controladas ou influenciadas pelo mesmo investidor imediato ou indireto), por\u00e9m sem que nenhuma delas detenha 10 por cento ou mais do poder de voto na outra.\u201d (faq, BC)<\/p><p><a href=\"#_ftnref4\" name=\"_ftn4\">[4]<\/a> \u201ca exclus\u00e3o de posi\u00e7\u00f5es devedoras entre corpora\u00e7\u00f5es financeiras afiliadas \u00e9 especificada como sendo de corpora\u00e7\u00f5es tomadoras de dep\u00f3sito, fundos de investimento, e outros intermedi\u00e1rios financeiros, com exce\u00e7\u00e3o de empresas de seguro e fundos de pens\u00e3o\u201d(faq, BC)<\/p>\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Economia e Energia &#8211; E&amp;E N\u00ba 96, julho a setembro \u00a02017ISSN 1518-2932 A1: COMPILA\u00c7\u00c3O DAS PRINCIPAIS MUDAN\u00c7AS NO BALAN\u00c7O DE PAGAMENTOS A1.1 Raz\u00f5es para Incluir este Anexo Este anexo faz uma compila\u00e7\u00e3o geral das principais mudan\u00e7as advindas da ado\u00e7\u00e3o pelo Brasil do novo Manual de Balan\u00e7o de Pagamentos. Nele, foram usados os dados preliminares para &hellip; <\/p>\n<p class=\"link-more\"><a href=\"https:\/\/www.ecen.com.br\/?page_id=573\" class=\"more-link\">Continue lendo<span class=\"screen-reader-text\"> &#8220;A1: Compila\u00e7\u00e3o das Principais Mudan\u00e7as no Balan\u00e7o de Pagamentos&#8221;<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":641,"menu_order":2,"comment_status":"open","ping_status":"closed","template":"","meta":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.ecen.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/pages\/573"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.ecen.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.ecen.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ecen.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ecen.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=573"}],"version-history":[{"count":15,"href":"https:\/\/www.ecen.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/pages\/573\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":4919,"href":"https:\/\/www.ecen.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/pages\/573\/revisions\/4919"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ecen.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/pages\/641"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.ecen.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=573"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}